bira1024i |
Como surgiu o Bira 1024. Bem pessoal essa história e um tanto longa como engraçada. O surgimento do Bira 1024(assim como seus congêneres), fui quando fazia informática no antigo cursinho Logus Informática lá nos indos dos anos 1990. O professor gente boa estava me ensinando como é o processo de inicialização do (saudoso) MS-DOS, e o Windows era um ambiente operacional. Naquela época os micros funcionavam com pouca memória em disco e a inicialização, era rápida pois o disco rígido que também era conhecido como Winchester ocasionava um detonação muito parecida com a espingarda do mesmo nome. Tínhamos uma brincadeira que dizia que o Winchester iria matar alguém "de susto". Meu grande mico foi que na ansiedade de mexer logo no micro o inicializador do MS-DOS fazia uma contagem no "boot-up" do sistema. Consistia em agrupar em 75kb, 124kb, até começar a chegar em 1024kb para o sistema começar a funcionar A Cagada foi que eu mexer sem a permissão do meu professor o que ocasionou na formatação da Winchester. Inexplicavelmente a tela do meu micro ficava parada em 1024. Como meu professor era gente boa e também um brincalhão ele disse pra classe que eu tinha matado a Winchester Daí meu apelido foi transformando em Bira1024. Assim quando surgiu os primeiros serviços da internet de e-mail até as redes sociais eu coloco o meu apelido ou nickname e associo o meu nome a essa expressão. Legal não acham. |
Vai fazer o quê. Acho que essa é minha maior impressão. #mundobira #bira1024
Definitivamente acho que falta isso na vida das pessoas… #mundobira #bira1024 #livros
Pensem a respeito. #mundobira #bira1024
Quem nunca escreveu num guardanapo de papel. Quem? #bira1024 #mundobira
Talvez sejamos insanos, loucos, ou simplesmente geniais.
Ubirajara Santos
Maníaco
Elijah Wood vive psicopata obcecado por manequins em ‘Maníaco’
por Raphael Moroz
Desconcertado e chocado. Essas duas palavras definem o que senti após ter assistido ao absurdamente sangrento ‘Maníaco’, refilmagem do filme de 1980. A história revela os desejos do assassino e mentalmente perturbado Frank, interpretado por um Elijah Wood um tanto esquisito, que sai à caça de jovens mulheres durante a noite para sessões de tortura seguidas de morte. Após cada assassinato, vale ressaltar, ele leva de recordação tufos generosos dos cabelos de suas vítimas. Esses tufos, por sua vez, acabam embelezando as manequins da loja que Frank herdou da família.
Apesar de uma sequência inicial que termina de forma pavorosa, com direito a um letreiro gigantesco evidenciando o nome do filme (por um segundo, me vi assistindo a um dos filmes da série ‘Todo mundo em pânico’), ‘Maníaco’ tem um bom desenvolvimento. A cada cena, conhecemos melhor Frank, suas “aventuras” e seu trauma – que, obviamente, envolve seu relacionamento com a mãe durante a infância. Também somos apresentados a Anna (Nora Amezeder), uma fotógrafa que se apaixona pelos manequins da loja de Frank e passa a manter uma relação ambígua com o rapaz, ora demonstrando que se interessa amorosamente por ele, ora tratando-lhe apenas como amigo. Sem o retrato desse relacionamento, o filme seria apenas um mar de sangue e violência, uma besteira trash qualquer.
Minto. Tecnicamente, ‘Maníaco’ me surpreendeu. Não me refiro às cenas de extremo mal gosto em que as jovens indefesas – ou não – do filme são escalpeladas aos berros. Eu me refiro à câmera subjetiva que faz com que enxerguemos através dos olhos de Frank. Em ‘Maníaco’, o uso desse recurso – que, se empregado fora de contexto, pode arruinar um filme – foi uma decisão mais que acertada. Essa câmera subjetiva colabora, em muito, para que nos coloquemos dentro da mente doentia e confusa de Frank e, apesar de causar desconforto, o recurso funciona brilhantemente.
Não posso deixar de falar também sobre a atuação de Elijah Wood. Há 93 milhões de milhas do corajoso Frodo e dos “bons garotos” que interpretava quando era criança (como em ‘O anjo malvado’ e ‘Pedaços de uma vida’), Wood nos oferece uma leitura madura e interessante de Frank. Vale ressaltar, nesse sentido, o bom trabalho vocal do ator, que acompanha com determinação as nuances psicológicas do personagem.
A despeito dos exageros, ‘Maníaco’ pode ser considerado como uma abordagem criativa a respeito do trauma psicológico ocasionado por abusos de diversas ordens e das possíveis consequências disso. Todavia, se o diretor Franck Khalfoun tivesse pesado um pouco menos a mão, privilegiando mais a sutileza, nossos estômagos – e cérebros – agradeceriam.
Nota do editor: ‘Maníaco’ tem previsão de estreia 30 de agosto nos cinemas nacionais, mas se você não aguentar esperar até lá pode vê-lo em casa!
Trouble Sleeping.
I made this a while back and didn’t mean for the guy to look like he’s just rolling in place… but he is.
Há a Deodora, minha futura namorada acreditam… nem eu acredita. #mundobira #bira1024
Bom dia. Em especial a equipe do Jornal da Manhã da radio jovempan. E o Oliveira Junior.
são paulo, brasil. foto maria giulia pinheiro.
Tietê Bus Station
São Paulo, São Paulo, Brazil
No Copan.
yes
my tits look gr8 today
look in the “ONLINE” column ‘cause we’re in DIVA magazine, bitches!!
Av. Paulista, São Paulo, Brasil.
My city s2
Hearted from: http://fireflies-in-the-shadows.tumblr.com/post/44595513310